"FEE: Cobrança de Serviços - Avançado para Corporativo - Exercícios Práticos"
terça-feira, 31 de março de 2009
segunda-feira, 16 de março de 2009

Informativo do Treinamento de Fee: Cobrança de Serviços - Avançado para Corporativo - Exercicíos Práticos, que será realizado no dia 25 de Março de 2009.Click na imagem para ver informações.Inscrições no site: http://www.qualitastp.com.br/
terça-feira, 3 de março de 2009
Vídeo em destaque
http://www.abav.com.br/tvabav.aspx?id=30&id_Area=1
Palestra Feira ABAV 2008 - Cobrança de Serviços Data: 19/12/2008
Cobrança de serviços é tema de seminário no final
A venda por Internet foi defendida como ferramenta a mais dos agentes de viagensO consultor Júlio Verna Neto, especialista em gerenciamento e tutor do ICCABAV, conduziu o seminário intitulado “Cobrança de serviços: a hora da verdade – riscos e vantagens”, para uma platéia interessada e atenta de aproximadamente mil profissionais do setor de agenciamento de viagens. O palestrante lembrou, na abertura da exposição, que a cobrança pelos serviços prestados “não é nenhuma novidade, já se fala no assunto há mais de 15 anos, no Brasil”.Verna sustentou que “o agente de viagens como simples intermediário ou atravessador está fadado ao fracasso. Nessa condição, não terá como competir com a Internet e com os concorrentes que já perceberam e incorporaram a necessidade de mudanças”.Lembrou também que todo produtor da cadeia turística (companhias aéreas, hotéis, locadoras de automóveis – entre outros) quer vender direto ao consumidor. “Diante desta tendência, o agente de viagens tem que se emancipar e se tornar sujeito do seu próprio negócio. Ou seja: tem que se tornar um produtor de serviços altamente especializados, que se posicione no topo da rede de distribuição”.Cobrar para ganharComo produtor de serviços especializados, o agente de viagens tem que aprender a negociar com os fornecedores dos produtos do trade. Precisa instituir a cultura de que ele, agente de viagens, deve cobrar para distribuir, representar, indicar e persuadir o cliente. Da mesma forma que o agente de viagens investe na fidelização dos viajantes, também deve ter igual preocupação com os fornecedores. “O processo de fidelização não deve ser unilateral, temos de ser corretos com nossos fornecedores”, alerta Verna.Partindo do suposto de que o agente de viagens não deve “trabalhar de graça para ninguém”, a nova agência de viagens tem que investir no seu pessoal, transformando todos em vendedores. “Não há empresa boa ou ruim. O que existe são equipes melhores e piores”, sentencia. E uma boa equipe permite que a empresa tenha clareza dos seus próprios custos, o que facilita o estabelecimento de parâmetros para a cobrança de ‘fees’ pelas diferentes demandas do cliente”.A superação da barreira cultural da falta de hábito de se pagar pelos serviços prestados passa pela elevação do padrão de atendimento ao cliente. Agregar valor. Fazer-se valorizado para fazer jus ao reconhecimento e à contrapartida financeira pelo serviço prestado.Verna destacou que o estabelecimento da referência de preços a serem cobrados varia de empresa para empresa. Quanto menores os custos fixos e maior a produtividade da equipe, maior será a possibilidade de se cobrar preços competitivos por serviços de qualidade. “Não temos de ter medo de perder o cliente e nem precisamos cobrar por todos os serviços, num primeiro momento. Temos de ter o bom senso de implantar a nova ordem de forma gradual, acompanhando o processo de fidelização e melhoria do serviço prestado”, afirma Verna.
Fonte: ABAV- TV ABAV
http://www.abav.com.br/tvabav.aspx?id=30&id_Area=1
Palestra Feira ABAV 2008 - Cobrança de Serviços Data: 19/12/2008
Cobrança de serviços é tema de seminário no final
A venda por Internet foi defendida como ferramenta a mais dos agentes de viagensO consultor Júlio Verna Neto, especialista em gerenciamento e tutor do ICCABAV, conduziu o seminário intitulado “Cobrança de serviços: a hora da verdade – riscos e vantagens”, para uma platéia interessada e atenta de aproximadamente mil profissionais do setor de agenciamento de viagens. O palestrante lembrou, na abertura da exposição, que a cobrança pelos serviços prestados “não é nenhuma novidade, já se fala no assunto há mais de 15 anos, no Brasil”.Verna sustentou que “o agente de viagens como simples intermediário ou atravessador está fadado ao fracasso. Nessa condição, não terá como competir com a Internet e com os concorrentes que já perceberam e incorporaram a necessidade de mudanças”.Lembrou também que todo produtor da cadeia turística (companhias aéreas, hotéis, locadoras de automóveis – entre outros) quer vender direto ao consumidor. “Diante desta tendência, o agente de viagens tem que se emancipar e se tornar sujeito do seu próprio negócio. Ou seja: tem que se tornar um produtor de serviços altamente especializados, que se posicione no topo da rede de distribuição”.Cobrar para ganharComo produtor de serviços especializados, o agente de viagens tem que aprender a negociar com os fornecedores dos produtos do trade. Precisa instituir a cultura de que ele, agente de viagens, deve cobrar para distribuir, representar, indicar e persuadir o cliente. Da mesma forma que o agente de viagens investe na fidelização dos viajantes, também deve ter igual preocupação com os fornecedores. “O processo de fidelização não deve ser unilateral, temos de ser corretos com nossos fornecedores”, alerta Verna.Partindo do suposto de que o agente de viagens não deve “trabalhar de graça para ninguém”, a nova agência de viagens tem que investir no seu pessoal, transformando todos em vendedores. “Não há empresa boa ou ruim. O que existe são equipes melhores e piores”, sentencia. E uma boa equipe permite que a empresa tenha clareza dos seus próprios custos, o que facilita o estabelecimento de parâmetros para a cobrança de ‘fees’ pelas diferentes demandas do cliente”.A superação da barreira cultural da falta de hábito de se pagar pelos serviços prestados passa pela elevação do padrão de atendimento ao cliente. Agregar valor. Fazer-se valorizado para fazer jus ao reconhecimento e à contrapartida financeira pelo serviço prestado.Verna destacou que o estabelecimento da referência de preços a serem cobrados varia de empresa para empresa. Quanto menores os custos fixos e maior a produtividade da equipe, maior será a possibilidade de se cobrar preços competitivos por serviços de qualidade. “Não temos de ter medo de perder o cliente e nem precisamos cobrar por todos os serviços, num primeiro momento. Temos de ter o bom senso de implantar a nova ordem de forma gradual, acompanhando o processo de fidelização e melhoria do serviço prestado”, afirma Verna.
Fonte: ABAV- TV ABAV
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