quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Anac prevê redução no fluxo de passageiros em 2009

Em coletiva realizada na sede da entidade, no Centro do Rio, Solange Paiva Vieira, diretora-presidente da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), revelou que as projeções de crescimento do fluxo de passageiros no Brasil no ano que vem devem ficar em 7% contrariando os 10% previstos anteriormente. Solange estimou ainda um crescimento entre 3% e 5%, ante previsão inicial de 8%. "Já houve uma redução do movimento no segundo semestre, como resultado da crise", afirmou.Sobre a ameaça de um novo caos aéreo, Solange foi enfática: “não existe essa possibilidade. O que pode existir são problemas pontuais com a meteorologia e a ameaça de greve no setor”. Ela afirmou ainda que o Ministério da Defesa estuda colocar aviões militares à disposição do mercado caso haja alguma emergência. De acordo com a previsão da Anac, no segundo semestre do ano que vem deverá ser concluído o modelo de concessão dos aeroportos brasileiros. A escolha de qual aeroporto passará para a administração da iniciativa privada é do Governo Federal, mas a elaboração do modelo é de responsabilidade da agência.Já a discussão sobre a abertura do Santos Dumont para vôos nacionais deverá ser concluída no primeiro trimestre de 2009. A posição da autarquia é de incentivar a concorrência. De acordo com a diretoria, os vôos podem ser liberados desde que sejam respeitadas as normas de segurança. Em relação ao grande fluxo de aviões em São Paulo, Alexandre Gomes de Barros, diretor de infra-estrutura aeroportuária, acredita que a melhor solução para desafogar o tráfego de Congonhas e Cumbica seria melhorar o acesso ao Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas. O encontro serviu ainda para apresentar um balanço das atividades da instituição durante o ano. Entre as principais ações divulgadas estão a diminuição dos índices de atrasos e cancelamentos, a liberação das tarifas internacionais, a manutenção e ampliação de acordos bilaterais com outros países além da diminuição da burocracia em relação aos processos de autos de infração. Para a Anac, aumentou também o rigor na fiscalização nas empresas e aeroportos.

Fonte: Jornal de Turismo

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

BNDES destina R$10 bi para giro, empréstimo-ponte e exportação.

Os 10 bilhões de reais disponibilizados pelo governo ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para enfrentar a escassez de crédito no Brasil serão utilizados para financiar exportações, capital de giro de pequenas e médias empresas e como empréstimo-ponte para companhias nacionais.
A informação foi detalhada nesta segunda-feira pelo presidente do BNDES, Luciano Coutinho.
Seis bilhões de reais serão usados em uma nova linha de crédito para o capital de giro de empresas brasileiras e os outros 4 bilhões de reais irão para empréstimos-ponte e linhas de financiamento de pré-embarque.
A nova linha de 6 bilhões de reais tem vigência até junho do ano que vem e o financimento está voltado para pequenas e médias empresas, uma vez que o limite de empréstimo é de 50 milhões de reais por CNPJ.
O empréstimo não pode superar 20 por cento da receita operacional bruta do último exercício fiscal. Os juros cobrados serão de 20,05 por cento ao ano, incluindo o spread do agente financeiro de 4 por cento.
"É uma linha de giro substancialmente abaixo da média do mercado, que é de 35 a 40 por cento para linhas de curto prazo", disse Coutinho. O prazo de carência é de 5 meses e o limite para amortização do capital de giro será de 13 meses.
Na semana passada, o banco anunciou algumas condições para o empréstimo-ponte. Parte dos recursos está reservada para os vencedores do leilão de linhas de transmissão do rio Madeira e a concessão de rodovias no país.
"Estamos buscando desenvolver outras iniciativas para ajudar o crédito para pequenas e médias empresas usando ativos de FDC (Fundo de Investimento em Direitos Creditórios)", acrescentou Coutinho, sem dar detalhes sobre a nova linha para pequenas e médias empresas afetadas pela escassez de recursos com a crise mundial.
SEM CALOTE
O BNDES também minimizou a possibilidade de calote por países da América do Sul. Ele não acredita que Equador, Paraguai, Venezuela e Bolívia vão deixar de quitar os empréstimos concedidos para a realização de obras nesses países, como cogitado pelo Equador.
"O BNDES tem toda uma fundamentação para mostrar a regularidade do contrato... o banco está muito bem resguardado", avaliou.
Segundo Coutinho, o empréstimo total para esses países soma 3 bilhões de dólares --sendo que o saldo devedor seria de 2,5 bilhões de reais.


Fonte: Exame

terça-feira, 18 de novembro de 2008


Informativo do Treinamento de Prospecção de Clientes Corporativos: Apresentação e Proposta Comercial, que será realizado no dia 03 de Dezembro.
Click na imagem para ver informações.
Inscrições no site: http://www.qualitastp.com.br/

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Tam vai decidir entre Sabre e Amadeus

A Tam está no processo final de seleção de seu parceiro tecnológico para os próximos dez anos. Duas empresas que estão no páreo, com grandes chances, são a Sabre Holdings e a Amadeus. O contrato incluirá a gestão e manutenção do Portal e-Tam e outros serviços de tecnologia. Não significa a volta da Tam aos GDSs, mas o fato de ter empresas donas de GDSs como parceiro prioritário facilitará a integração do portal e o dia-a-dia das agências. O Sabre foi o parceiro que construiu o portal e-Tam e é o host do sistema da companhia, mas com o contrato novo a parceira escolhida fará mais que fornecer os serviços tecnológicos, também cuidará da gestão.A disputa, que está equilibrada entre Sabre e Amadeus, se dará nos próximos dias e é aguardada com ansiedade por ambas as empresas e o mercado.

Fonte:Panrotas

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Projetos MTur e Embratur ganham espaço na 30º Braztoa

O 30º Encontro Comercial da Braztoa, que ocorre nas próximas quinta e sexta-feiras (dias 6 e 7), servirá como ponto de encontro para empresários e profissionais do trade discutirem sobre dois projetos: Vivências Brasil – Aprendendo com o Turismo Nacional, promovido pelo Ministério do Turismo, e Caravana Brasil, uma realização da Braztoa, em parceria com a Embratur. Os dois projetos exploram os destinos brasileiros e servem como aprimoramento profissional para os envolvidos. No caso do Vivências Brasil, empresários da cadeia turística do País promovem, desde 2005, transformações em seus negócios graças ao projeto, que tem como propósito realizar viagens técnicas levando grupos para conhecerem boas práticas desenvolvidas em destinos brasileiros. A idéia é que essas ações sejam implementadas quando os empresários retornarem aos seus negócios. As experiências vividas, mudanças empreendidas e principais resultados práticos do projeto entram em debate em oficina que será realizada durante o encontro, na quinta-feira.“A partir da observação das principais inovações nos destinos visitados, os participantes aplicam a metodologia de benchmarking, que consiste em levar idéias criativas que deram certo para dentro de seus negócios”, explica a coordenadora geral de Apoio à Comercialização, Jurema Monteiro.Já na sexta, é a vez de 60 operadores de 18 países da Europa, América do Sul e América do Norte, participarem de uma rodada de negócios com o objetivo de incentivar a comercialização dos roteiros turísticos brasileiros. “A maioria desses operadores já vende Brasil, mas ainda não conhecia o país”, diz o coordenador do projeto, José Ornelas.Até quarta-feira, o grupo estará dividido e conhecerá Natal e Praia da Pipa (RN), Salvador e Praia do Forte (BA), Foz do Iguaçu (PR), Manaus (AM), Brasília e Pirenópolis (GO), Rio de Janeiro e Paraty (RJ), Estrada Real (MG), Florianópolis (SC) e Bonito (MS). Chegando a São Paulo, visitarão a cidade na quinta-feira e, no dia seguinte, participam da rodada de negócios, onde se encontram com 20 operadores da Braztoa que trabalham com receptivo internacional, e são parceiros da entidade.

Fonte: Panrotas

segunda-feira, 3 de novembro de 2008




Informativo do Treinamento de Fee: Cobrança de Serviços para Agencia de Viagens, que será realizado no dia 13 de Novembro.Click na imagem para ver informações.
Inscrições no site:
http://www.qualitastp.com.br/




sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Cobrança de serviços é tema de seminário da ABAV


Julio Verna, Palestrante

A venda por Internet foi defendida como ferramenta a mais dos agentes de viagensO consultor Júlio VERNA Neto, especialista em gerenciamento e tutor do ICCABAV, conduziu o seminário intitulado “Cobrança de serviços: a hora da verdade – riscos e vantagens”, para uma platéia interessada e atenta de aproximadamente mil profissionais do setor de agenciamento de viagens. O palestrante lembrou, na abertura da exposição, que a cobrança pelos serviços prestados “não é nenhuma novidade, já se fala no assunto há mais de 15 anos, no Brasil”.VERNA sustentou que “o agente de viagens como simples intermediário ou atravessador está fadado ao fracasso. Nessa condição, não terá como competir com a Internet e com os concorrentes que já perceberam e incorporaram a necessidade de mudanças”.Lembrou também que todo produtor da cadeia turística (companhias aéreas, hotéis, locadoras de automóveis – entre outros) quer vender direto ao consumidor. “Diante desta tendência, o agente de viagens tem que se emancipar e se tornar sujeito do seu próprio negócio. Ou seja: tem que se tornar um produtor de serviços altamente especializados, que se posicione no topo da rede de distribuição”.Cobrar para ganharComo produtor de serviços especializados, o agente de viagens tem que aprender a negociar com os fornecedores dos produtos do trade. Precisa instituir a cultura de que ele, agente de viagens, deve cobrar para distribuir, representar, indicar e persuadir o cliente. Da mesma forma que o agente de viagens investe na fidelização dos viajantes, também deve ter igual preocupação com os fornecedores. “O processo de fidelização não deve ser unilateral, temos de ser corretos com nossos fornecedores”, alerta VERNA .Partindo do suposto de que o agente de viagens não deve “trabalhar de graça para ninguém”, a nova agência de viagens tem que investir no seu pessoal, transformando todos em vendedores. “Não há empresa boa ou ruim. O que existe são equipes melhores e piores”, sentencia. E uma boa equipe permite que a empresa tenha clareza dos seus próprios custos, o que facilita o estabelecimento de parâmetros para a cobrança de ‘fees’ pelas diferentes demandas do cliente”.A superação da barreira cultural da falta de hábito de se pagar pelos serviços prestados passa pela elevação do padrão de atendimento ao cliente. Agregar valor. Fazer-se valorizado para fazer jus ao reconhecimento e à contrapartida financeira pelo serviço prestado.VERNA destacou que o estabelecimento da referência de preços a serem cobrados varia de empresa para empresa. Quanto menores os custos fixos e maior a produtividade da equipe, maior será a possibilidade de se cobrar preços competitivos por serviços de qualidade. “Não temos de ter medo de perder o cliente e nem precisamos cobrar por todos os serviços, num primeiro momento. Temos de ter o bom senso de implantar a nova ordem de forma gradual, acompanhando o processo de fidelização e melhoria do serviço prestado”, afirma VERNA .

Fonte: http://www.pressclub.com.br/

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Júlio Verna defende cobrança por serviço



O consultor da Qualitas Travel Partner Júlio Verna, palestrante do seminário "Cobrança de Serviços - A hora da verdade", realizado na manhã desta sexta-feira (24/10), defendeu abertamente a prática do fee pelas agências de viagens. Com depoimento de agentes da GM Turismo, de Palmas, e da On Tour Turismo de São Luís, que apostaram na cobrança e estão tendo sucesso, Verna sustentou o argumento de que é preciso ter coragem para implantar esse sistema.
"Temos que olhar no olho do cliente e dizer eu cobro sim. Se não quiser pagar pelo serviço, procure a internet", disse. O consultor alertou, no entanto, que somente quem tem as melhores práticas financeiras, os melhores controles e a melhor qualidade na prestação do serviço deve fazer a cobrança. "Não adianta querer cobrar se não estiver qualificado, se não tiver a melhor equipe e os melhores serviços agregados", garantiu.
Segundo Júlio Verna, o agente não pode mais se posicionar como intermediador: "Todo produtor quer ir direto ao consumidor, por isso temos que nos comportar como provedores de serviço e nos colocar no topo da cadeia de distribuição", aponta. Ele disse ainda que é essencial, para isso, fidelizar os fornecedores preferenciais, cumprir com a palavra, garantir a manutenção de acordos e reavaliar estratégias. "Temos que ser e'fee'cientes", citou ele o proprietário da GM Turismo. "Faça parcerias, dê descontos, valorize-se e cobre pelos seus serviços", disse ainda Verna .

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Conheça o Novo Instrutor Associado da Qualitas

Samir Albert Andraos
Cursou na ESPM e estudou na Universidade McGill de Montreal no Canadá.
Atuou na industria de turismo e serviços financeiros por mais de 25 anos.
Trabalhou para Varig , e ocupou cargos executivos na área de comunicações em empresas tais como a Motorola Communications, Philip Morris e American Express no Brasil e no Canadá.
No Canadá foi diretor da American Express e fundador da Aim International Management a primeira consultoria independente na reengenharia dos processos de viagens corporativas.
No decorrer de sua carreira foi convidado freqüentemente a dar palestras e participar de mesas redondas sob os auspícios de várias instituições culturais e profissionais. Já viajou e trabalhou nos cinco continentes.
e-mail:
sandraos@aim.ca

quinta-feira, 16 de outubro de 2008


Fundador da Aim International Management comanda
novo curso do Centro Universitário Senac


Samir Andraos ministrará o curso de extensão universitária Gestão de Viagens Corporativas, novidade do Centro Universitário Senac. O profissional é o responsável pela fundação da Aim International Management, primeira consultoria independente na reengenharia dos processos de viagens corporativas. O programa, que tem como foco o gerenciamento estratégico desses processos, é voltado para profissionais das áreas de administração, RH e finanças. Entre as disciplinas, os alunos aprendem a administrar o processo como um todo, maximizando recursos internos e externos da organização, além de comunicar resultados financeiros, novas políticas e visar a economia da empresa.

De acordo com a Harvard Business School, a verba gasta pelas organizações com viagens é a segunda maior despesa controlável depois do salário. “Uma gestão eficiente consegue reduzir os custos com essas saídas em média 15%”, diz Andraos. Samir Andraos atua na área de comunicações, marketing e serviços financeiros há mais de 25 anos. Já trabalhou para Varig, e ocupou cargos executivos em empresas tais como a Motorola Communications, Philip Morris e American Express no Brasil e no Canadá. O curso, que tem duração de 52 horas e é voltado a alunos ou egressos do ensino superior, está com inscrições abertas.


Serviço

Gestão de Viagens Corporativas
Inscrições: até 24/10
Data: de 27/10 a 8/12, 2ª e 4ª
Horário: das 19 às 22h40
Carga: 52 horas
Valor: R$ 1050,00 ou 3x R$ 350
Local: Centro Universitário Senac – Campus Santo Amaro
Avenida Engenheiro Eusébio Stevaux, 823 – São Paulo
Informações:
www.sp.senac.br ou pelo 0800 883 2000
Vagas: 20

terça-feira, 14 de outubro de 2008

SEMANA GLOBAL DO EMPREENDEDORISMO




O que é?


Classificada como o maior movimento mundial de empreendedorismo, a Semana faz parte da campanha nacional Bota pra Fazer, que acontece durante o ano todo e tem como objetivo despertar a atitude empreendedora que existe em cada pessoa. Afinal, grandes invenções começaram de uma simples idéia.
Além de colocar em prática seus projetos, você e seus amigos têm a oportunidade de ampliar seus conhecimentos. A Semana Global do Empreendedorismo atua como um MOVIMENTO que reúne diversas atividades relacionadas a empreendedorismo, idéias, criatividade, negócios, entre outros temas. Uma novidade que vai interligar pessoas de todos os Estados brasileiros.
E mais: a Semana acontece entre os dias 17 e 23 de novembro no Brasil e em mais de 60 países simultaneamente. O projeto conta ainda com a parceria de várias empresas e organizações que se mobilizaram para transformar teoria em prática.
Tudo é uma questão de ATITUDE! Sua participação fará toda a diferença para o seu futuro e para o desenvolvimento do nosso País.

Mais informações: http://www.semanaglobal.com.br

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Por que participar do Congresso da Abav 2008?



Isa Garbin, superintendente da Abav Nacional

“Os negócios mudaram: e você?”. Talvez pouca gente perceba que os congressos da Abav sempre trazem um tema central, que norteia as discussões agendadas pela entidade para os participantes. Aliás, poucos devem notar com clareza que quando falamos congresso nos referimos à parte da manhã do Evento Abav, onde há seminários e plenárias, e que visa preparar o agente de viagens para as tendências do setor, debater temas atuais e ouvir os mais diversos players da indústria. Talvez porque a feira, que ocupa a parte da tarde do evento, seja mesmo o centro das atenções. Mas deixar de participar dos debates do congresso pode significar estar menos preparado para o que estará ocorrendo nas feiras dos próximos anos.


“Os negócios mudaram: e você?” é o tema da 36ª edição do congresso. Lendo com atenção dá para notar que, pela primeira vez, a Abav não fala de tendências. Não chama a atenção para o que está ocorrendo lá fora e que pode eventualmente chegar aqui no Brasil. A entidade afirma que as mudanças já aconteceram. Você percebeu? Você se preparou? "Pela primeira vez não falamos de tendências, posi essas mudanças que queremos destacar, já ocorreram", explica Isa Garbin, superintendente da Abav Nacional e gestora do Evento Abav.

LEI GERAL

Por exemplo, já temos uma Lei Geral do Turismo. Você leu o texto final? Você sabe argumentar quando associações de defesa do consumidor defendem o veto feito em relação à responsabilidade solidária dos agentes de viagens? Pois o congresso deste ano, que ocorre no Riocentro, nos dias 22, 23 e 24, sempre na parte da manhã, terá uma sessão dedicada a tirar dúvidas dos participantes sobre a LGT (o diminutivo para a Lei Geral). Na sala do “Tira Dúvidas”, nos dia 23 e 24 (mezanino do Pavilhão 3), o consultor jurídico da Abav Nacional, Paulo Wiedmann, estará à disposição dos agentes por 75 minutos em cada dia, para solucionar as questões sobre a LGT. Pode ser individual ou em grupo, mas todos que registrarem suas dúvidas terão as respostas enviadas posteriormente pela Abav.Na mesma sala, sempre das 10h às 11h15, nos dias 23 e 24, os agentes poderão tirar dúvidas sobre câmbio (a atuação das agências nesse mercado), com um representante do grupo Fitta, e sobre o fim do faturamento na hotelaria (representante ainda indefinido).Além disso, a programação de seminários e debates está bastante rica, sempre com foco nas mudanças que já aconteceram e na preparação (ou não) dos agentes brasileiros.

TEMAS VARIADOS

No dia 23, quinta-feira, das 10h às 11h15, haverá três seminários: um patrocinado pelo Amadeus, que levará Kip Garland para falar de inovação e resultados; outro sobre receptivo; e o terceiro sobre turismo rodoviário. A palestra do dia ficará a cargo de Bernardinho, técnico da seleção de vôlei masculina do Brasil.Na sexta-feira, dia 24, das 10h às 11h15, o tema será a cobrança de serviços. Júlio Verna, da Qualitas, abordará o tema, e também falará de ética, muito importante quando o tema é a cobrança de fees.

TECNOLOGIA E GESTÃO

Duas palestras encerram o congresso: mais uma patrocinada pelo Amadeues, com Landry Holi, falando de tecnologia, e outra com André Tadeu, do Proagência, sobre gestão. "O André percorreu o País com os treinamentos do Proagência, ouviu os agentes, suas dúvidas, suas colocações, e fará uma apresentação focada em gestão, pois muitas vezes os agentes sabem o que e como fazer, mas não aplicam isso", explica Isa Garbin.Pode parecer que o congresso perdeu um dia de seminários, pois antes da abertura, na quarta-feira, sempre havia alguma apresentação. E perdeu mesmo. Mas a Abav quer transformar o discurso oficial de abertura do presidente Carlos Alberto Amorim Ferreira, o Kaká, em mais que um discurso. Para isso, está chamando a abertura, antecipada para as 10h da quarta, dia 22, de Posicionamento do Presidente da Abav Nacional. Espera-se que, mais que discursos que jogam para a platéia (quem não gosta de aplausos, não é mesmo?), o presidente diga para onde a entidade e seu evento estão caminhando, como a Abav está ajudando seus associados a ter ferramentas para essas mudanças, mais detalhes e um balanço dos acordos com a Gol e a Tam e, entre outros aspectos, um panorama do turismo no País e no mundo, tendo o agente como agregador e/ou alavancador.

OFF-CONGRESSO

O congresso terá ainda reuniões do Fornatur (o fórum de secretários estaduais de Turismo), treinamentos da Embratur sobre melhores práticas no Exterior e reunião do Sebrae, no dia 24.A PANROTAS trará todos os detalhes do evento na próxima edição do Jornal PANROTAS e nos Suplementos Diários PANROTAS na Abav 2008.O evento, como se vê, promete. E ainda nem falamos da feira, que este ano terá três pavilhões. É claro que os participantes podem escolher participar de nada disso e ficar só com a feira. E a palavra é mesmo essa: escolha, que é sua. Assim como o futuro.

Inscreva-se no http://www.feiradasamericas.com.br

PANROTAS
Senac-SP lança curso inédito de viagens corporativas


Samir Andraos ministrará o curso de extensão universitária "Gestão de Viagens Corporativas", novidade do Centro Universitário Senac. O profissional é o responsável pela fundação da Aim International Management, primeira consultoria independente na reengenharia dos processos de viagens corporativas. O programa, que tem como foco o gerenciamento estratégico desses processos, é voltado para profissionais das áreas de administração, RH e finanças. Entre as disciplinas, os alunos aprendem a administrar o processo como um todo, maximizando recursos internos e externos da organização, além de comunicar resultados financeiros, novas políticas e visar a economia da empresa.

De acordo com a Harvard Business School, a verba gasta pelas organizações com viagens é a segunda maior despesa controlável depois do salário. “Uma gestão eficiente consegue reduzir os custos com essas saídas em média 15%”, diz Andraos. Samir Andraos atua na área de comunicações, marketing e serviços financeiros há mais de 25 anos. Já trabalhou para a Varig, e ocupou cargos executivos em empresas tais como a Motorola Communications, Philip Morris e American Express no Brasil e no Canadá. O curso, que tem duração de 52 horas e é voltado a alunos ou egressos do ensino superior, está com inscrições abertas.

Serviço
Gestão de Viagens Corporativas
Inscrições: até 24/10
Data: de 27/10 a 8/12, 2ª e 4ª
Horário: das 19 às 22h40
Carga: 52 horas
Valor: R$ 1.050 ou 3x R$ 350
Local: Centro Universitário Senac – Campus Santo Amaro
Avenida Engenheiro Eusébio Stevaux, 823 – São Paulo
Informações: www.sp.senac.br ou pelo 0800-883-2000
Vagas: 20


PANROTAS

quinta-feira, 9 de outubro de 2008



Feira das Américas

A Exposição ABAV 2008 - FEIRA DAS AMÉRICAS realizar-se-á de 22 a 24 de outubro de 2008, no Riocentro - Rio de Janeiro. A Exposição de Turismo ABAV é reconhecida pela indústria turística como a maior feira de turismo da América Latina e é o foro principal de comercialização e comunicação do setor, atingindo, de forma positiva, toda a cadeia produtiva que dá suporte à atividade. O evento atrai um número superior a 20.000 profissionais que, numa atmosfera profissional, têm a oportunidade ímpar de negociar com os expositores e as delegações estrangeiras que representam todos os setores da indústria do turismo nacional e internacional, incluindo: Órgãos Oficiais, Associações de Turismo, Empresas de Turismo, Cias. Aéreas, Operadoras de Turismo, Agências de Viagens, Operadoras de Cruzeiros Marítimos, Locadoras de Veículos, Hotéis, Companhias de Seguros, Sistemas de Informação e Empresas Jornalísticas. A ABAV-2008 é uma excelente oportunidade para apresentação de seu produto ou destino, sendo considerada a vitrine do turismo brasileiro, para o setor especializado, nacional e internacional.


quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Conheça Nossos Instrutores Associados


Nelson Goes
Conferencista atuante na área de hotelaria e turismo desde 1978 nos seguintes cargos: Agente de turismo Maiorca Turismo, Supervisor de Posto Carlson Wagonlit Travel, Gerente de vendas na Best Western International, Gerente Comercial da Golden Paulistania Hotéis, Gerente Comercial Regional Accor Hotéis, Gerente Comercial Atlantica Hotels (Four Points Sheraton), Diretor Comercial e Marketing Feller Solution Hotéis e Convenções. Formado e Marketing pela Universidade Paulista (UNIP) e cursando pós-graduação em Marketing (MBA UNIP). Professor de Marketing (UNIP).
Email:
nelsongoes@uol.com.br
www.nelsongoes.com


Evandro Correa
Executivo com 16 anos de experiência no mercado brasileiro de Assistência ao Viajante atuando como Diretor Comercial da Travel Ace Assistance nos últimos 9 anos tendo colaborado no planejamento estratégico de reestruturação da empresa no Brasil.
Email:
ecorrea@travelace.com.br



Cláudio Zanutim
Professor de marketing na Universidade Paulista, Palestrante, Sócio Diretor da Myrra Marketing Promocional, atuando na diretoria comercial com clientes como Wall Mart, ABB, Unilever, UOL e Fast Shop. Sócio diretor da Couro Vip na posição de estrategista para o mercado de brindes. Experiência de mais de 20 anos no mercado de varejo no comando da Vest Brasil Co, bem como no mercado atacadista na área de confecções. Pós Graduando em Administração de Empresas pela Universidade Paulista (MBA UNIP).
Email: claudio@ajato.com.br


Julio Verna
Conferencista e consultor da Qualitas Travel Partner, possui mais de 30 anos de experiência na área de turismo, e dentre outras funções, atuou como Gerente de Negócios (negociações, relação com a indústria do turismo e garantia de receitas) e como Gerente Comercial (efetuando gestão de grandes contas comerciais), em empresas reconhecidas no mercado de viagens como: Carlson Wagonlit Travel e Grupo Flytour. É especialista em negociação, precificação fee, consolidação de clientes, gestão de equipes e account management. Foi premiado pela Accor, com o prêmio Bernaches pelo projeto: “Gerenciamento de recursos financeiros através da criação do Departamento de Negócios”. Além de instrutor do ICCABAV e da AVIESP, desenvolve trabalhos para várias outras organizações do setor do turismo em disciplinas de gestão de negócios. Atua também como consultor empresarial para companhias de diversos segmentos do turismo de pequeno à grande porte.
Júlio Verna
Email: jverna@qualitastp.com.br

terça-feira, 7 de outubro de 2008


Agentes de viagem consideram os cursos e-Learning importantes, revela pesquisa.
Das Agências



A área de treinamentos da Amadeus anuncia os resultados de uma pesquisa cujo objetivo é avaliar o nível de satisfação e qualidade dos cursos a distância oferecidos pela empresa aos agentes de viagem no Brasil. De acordo com a última pesquisa, que ouviu 355 alunos, 64,1% dos participantes dos módulos Amadeus e-Learning são do sexo feminino, e a maioria - 38,8% - tem entre 25 e 35 anos.
Entre as principais razões para participar dos treinamentos, 79,4% dos entrevistados responderam que o interesse profissional foi o que os motivou a se inscrever em um curso Amadeus e-Learning; 79,4% acham que o curso é muito importante para o desempenho de sua atividade profissional na agência, e 60,5% tiveram os cursos Amadeus como sua primeira experiência de e-Learning.
O Brasil conta hoje com 582 organizações que oferecem cursos de educação a distância, segundo cadastro do portal E-Learning Brasil, e a Amadeus é uma das pioneiras nesta prática. Desde 2004, a empresa oferece cursos a distância e regularmente faz pesquisas para avaliar o nível de satisfação e qualidade dos cursos realizados visando ao aprimoramento constante deste serviço.
Em parceria com a WebAula, a Amadeus ainda coloca à disposição dos agentes e estudantes uma série de cursos de gestão, finanças, vendas e informática disponíveis no Shopping WebAula Amadeus.

Para saber mais informações sobre todos os módulos disponíveis, acesse:
http://www.amadeus.com/br/x22032.html
Diário do Turismo.
Os bastidores da saida de Barioni da Gol

Qui, 02 de Outubro de 2008

Claudio Magnavita
A compra da Varig não foi o único grande problema da Golpor Claudio MagnavitaCompleta um ano que David Barioni assumiu a Presidência da TAM. A sua saída da Gol, empresa que ajudou a fundar, para a direção da concorrente foi uma das mais surpreendentes mudanças diretivas ocorridas na aviação comercial brasileira.
Os bastidores dessa história só agora começam a ser revelados. Uma semana antes de aceitar o convite da TAM, Barioni teve uma conversa decisiva com os dois acionistas da empresa que possuem funções executivas: Constantino Júnior e Henrique Constantino, presidente e diretor jurídico da Gol, respectivamente. O teor do encontro era sobre a remuneração do vice-presidente, que seguia até então as faixas salariais da fundação da companhia. Como principal executivo operacional, ele ganhava R$ 32 mil e a participação do IPO (abertura de capital) da empresa continuava na promessa verbal, ao contrário de Richard Lark, vice-presidente Financeiro, que havia assegurado em contrato este direito. Aliás, tempos depois, ele sairia da empresa exercendo os seus direitos sobre ações e recebendo 30 milhões de dólares.
Mas, voltando ao Barioni... No encontro com Júnior e Henrique foi sinalizado que o salário era considerado justo pela empresa e que depois de um estudo chegou-se à conclusão que não deveria ser mexido. A conversa terminou em tom cordial, com a palavra final da negociação dada pelos acionistas.
Já com o cenário definido, David Barioni resolveu aceitar a proposta que a TAM tinha realizado através de head hunter, com o qual já conversava há quarenta dias. Se a remuneração era bem abaixo da importância que a empresa passou a ter – lembrando que no período ele além de ser responsável pela Gol tinha também a obrigação de cuidar da Varig –, era também muito inferior ao que diretores de empresas concorrentes ganhavam, não havia no seu contrato nada que o obrigava a se submeter a um período de quarentena, podendo efetuar a transferência quase que automática.
Dias depois, em um sábado, quando a imprensa já noticiava a ida de Barioni para a TAM, inicialmente como vice-presidente Operacional, mas já acordado que assumiria, depois de um período de experiência, a Presidência da empresa, a família Constantino foi surpreendida. Porém, a decisão havia passado por um período de negociação salarial na qual eles tinham dado o veredito.
Um dos episódios que desgastou ainda mais a relação com os acionistas da Gol e Barioni foi a decisão da empresa de pedir a devolução do veículo que o executivo utilizava e que por contrato seria de sua propriedade, só que faltavam apenas dois meses para que a transferência se concretizasse. Na prática, 97% do veiculo já pertencia ao ex-vice-presidente.
Esta história ilustra uma dura lição para a Gol. A empresa não soube criar mecanismos para garantir a premência dos seus executivos fundadores. O crescimento e a história de sucesso depende dessas mentes e braços que transformaram um business plan em um sucesso surpreendente.
Em casos como este, muito mais do que os acionistas, os funcionários, chefes, gerentes e principalmente os executivos maiores tem que ser beneficiados pelos resultados que produziram. A empresa saiu de seis para uma centena de aviões por conta do seu corpo de dirigentes. Remunerá-los à altura, ou ainda, distribuir resultados da abertura de capital é quase que uma norma internacional. A forma de gestão e o crescimento da distribuição de resultados deve ser proporcional ao crescimento das responsabilidades e dos resultados.
A companhia atravessa uma fase de decisões a partir da compra da Varig e não se deve atribuir somente a esta aquisição os problemas que a companhia passou a enfrentar. Existem fatores externos, como a alta do petróleo, porém os fatores internos são os mais graves.
A saída de Barioni não foi um fato isolado. Alem dele, a empresa perdeu boa parte dos seus executivos da área operacional. No fundo, eles não foram infiéis como alguns insistem em classificá-los, apenas corresponderam com o mesmo grau de fidelidade, que seria demonstrado em remuneração pela companhia. Ao trocar a Gol pela TAM, eles foram escolhidos por alguém do mercado que reconheceu e resolveu pagar pelos seus méritos.
A compra da Varig não foi o único grande problema que enfrentou. O mais grave foi o de não ter fidelizado os cérebros dos seus executivos fundadores e permitir que a concorrência resolvesse os problemas que possuía recrutando a solução dentro dos seus quadros. Este foi primeiro baque e que reverteu a imagem de sucesso permanente.
Neste processo de reposição da companhia no mercado, os acionistas da Gol/Varig devem incluir na agenda a correção do erro que levou a empresa a sangrar ao perder quase toda a sua equipe operacional de uma hora para outra. Além de crescer a empresa deveria ter a missão de consolidar as suas vitórias, pensando grande e pensando nos seus executivos como agentes deste próprio crescimento. Hoje, como presidente da TAM, as preocupações de David Barioni é de não deixar acontecer na sua nova empresa os erros que vivenciou na Gol. Para ele esse passado recente é página virada. É importante que se revele parte desta história, inicialmente pela visão de um dos lados, para que, abordando o assunto de frente, não haja repetição dos mesmos erros ou para que as lacunas ainda abertas nesta história não sejam preenchidas com pitadas de intrigas e rumores.


Cláudio Magnavita é diretor do Jornal de Turismo e da Aviação Em Revista.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008


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